Ele é valorizado por sua flexibilidade e rigidez ao mesmo tempo. O
problema é que, como muitos outros polímeros, ele não se quebra
facilmente. Isso significa que persiste em aterros e lixões de todo
mundo por muito tempo.
O plástico até queima muito bem, mas esse processo libera monóxido de
carbono e outros gases na atmosfera, por isso é uma impossibilidade
ambiental. Nem precisamos destacar que algo que pode degradá-lo
naturalmente seria uma solução muito melhor.
O fungo, chamado Pestalotiopsis microspore, consegue sobreviver com uma dieta de apenas poliuretano, em um ambiente anaeróbico.
A equipe de Yale isolou a enzima que permite que este fungo faça esse trabalho e que poderia ser usada para biorremediação.
Para nós, é estranho pensar em um microorganismo que coma material
sintético durável, mas acredite, esse não é sequer o primeiro a fazer
isso. Bactérias e fungos são capazes de quebrar muitos materiais. Uma
espécie bacteriana – Halomonas titanicae – está comendo o Titanic no fundo do mar, por exemplo. Sorte nossa que podemos contar com tais criaturas incríveis.
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